Glee

Acompanhando os embalos da turminha de High School Musical, Glee  buscou exatamente o clima escolar americano, que é sempre mirado, desde que Grease foi lançado.
A série começa mostrando o professor de espanhol, Will Schuester, que toma a vaga do regente do coral após as acusações de abuso em cima dos jovens, tirando todo aquele climinha de perfeição de procedência dos professores da série.
Will recruta então, alunos para o seu coral, ou Glee Club.

A receita ideal para popularizar os personagens da série é simples: Juntar todos os  pólos escolares;  O gay não assumido,  a negra de gênio forte, a garota que é frequentemente zombada, os esquisitões, a popular, o popular, acrescentar personalidades neles e relacioná-los.

O quê? Ainda falta? Sim! Tramas adolescentes baseados na vida real.
Gravidez na adolescência, dispustas de poder, jogos de interesse, popularidade e etc.

Falta mais alguma coisa? Sim. Amores escolares.
Finn, o popular, jogador de futebol, namorado de uma líder de torcida (Quinn), se vê completamente balançado por Rachel, uma garota zombada pelo seu jeito tão característico de ser, filha de um casal homossexual, quebrando mais um tabu rídiculo nesse tipo de enredo.
Ainda falta! Will, o professor também fica caidinho por outro professora e vê seu casamento monótomo ainda firme pela “gravidez” de sua esposa.

Claro que ainda falta! Uma vilã (muito eficiente, na minha opinião), a professora Sue.
Vendo seu clube de líderes de  torcida afetado, principalmente na parte financeira, depois que o clube de canto foi reativado, fazendo de tudo para acabar com o mesmo.

A meta de todo o Glee é conquistar o campeonato regional, ou seja, desde o começo da série, o rumo final é apresentado, o que dá aquela curiosidade e ansiedade profunda de quem assiste a série.

Bem, não falta mais nada.

Glee antes de tudo é uma série pop. Feita para ser pop. As canções interpretadas pelo coral são as que tocam na rádio, levando mais realismo e identificação do público que a série busca.

Glee não apresenta nada novo, mas tem um resultado muito bacana. Os episódios fluem bem. Como a série ainda está em andamento, nem todos os alunos foram bem aproveitados em suas vidas fora do grupo.
As vezes o playback das músicas fica muito artificial, mas dá pra ser relevado facilmente.

Nota 8.

A nota dada, se baseia no estilo de série que ela é.
Nem todo seriado americano precisa parecer com Lost para ser excelente.

Glee é produzido pela Fox e ainda está em sua primeira temporada.

Surfista Prateado- A galáxia que chora I

A pouco tempo descobri um herói do qual gostava muito mas não tinha muito conhecimento sobre, apenas da “divindade cósimica” da qual ele representava.

Nota do autor e editor: Não gosto de recorrer ao Wikipédia para desenvolver um post, mas o tamanho imenso com o qual o post se finalizaria, foi dividido em 2 partes, para a leitura não ficar cansativa. A primeira parte, retratando da primeira aparição dele, a segunda parte, a sua revista solo e recomendações. Espero que LEIAM e se interessem, por isso estou aqui.”

O  Surfista Prateado

O Surfista Prateado tem uma trama triste e reflexiva para com os padrões e hábitos terrestres, dentro deles, a destruição do meio-ambiente, a discrimanação e etc.
Stan Lee enquadrou toda a melancolia de um amor galático impossível ambientado em um planeta longíquo muito semelhante ao nosso planeta Terra.

O ano é 1966, um pequeno lanchinho entre Stan Lee e Jack Kirby resulta em varias questões de como seria a nova empreitada do Quarteto fantástico nas suas revistas mensais, que já contava com seus tão famosos e rotineiros vilões; Dr.Destino, Toupeira, Namor e por aí vai.

A vontade de jogar a familia fantástica em algo grandioso, maior do que todas as passadas, foi algo trabalhoso e difícil de se idealizar.

A nova proposta da dupla era ultrapassar qualquer tipo de barreira em questões de vilânia; Não poderia ser um simples homem, alguma raça alienígena ou um grupo de super-vilões, mas sim um ser do qual se assemelharia um grande senso de poder, temor e quase onipotência nos seus atos, que poderia destruir um planeta quando bem entendia, quando estava entediado, coçando a bunda em alguma constelação distante. Simples assim.

Conheça nosso amiguinho escarlate:

A chegada de Galactus na Terra foi marcada por essa página inteira, mostrada de um ângulo em que a sua maioridade sobre os humanos era reforçada.
Stan Lee fala que sua divindade cósmica ultrapassava qualquer clássificação genética humana, equivalente a superioridade do homem a uma simples formiga. Acertou em cheio.

A forma com a qual Stan Lee escrevia seus roteiros, o até nomeado “Marvel Way” (que foi descartado com o tempo), possibilitava uma participação maior dos desenhistas ao meter o bedelho e adicionar ideias em cima, criando personagens e acrecentando conceitos ao que bem lhe desejassem.
Com essa possibilidade e abertura de roteiro, Jack Kirby adicionou em seus desenhos que até então, incluam apenas Galactus, um homem careca,que usava como meio de transporte uma prancha e tinha a pele prateada.
Baseado na obviedade das características do personagem, Stan Lee o batizou como Surfista Prateado (Silver Surfer).

Kirby idealizou o personagem como um cavaleiro de poderes supremos dados pelo seu até então mestre, Galactus.
A tarefa do Surfista se baseava em apenas averiguar quais planetas seu mestre devoraria, seus atos são superficiais nos primeiros instantes de sua vida a terra, dos quais ficariam mais claro e justificados no futuro.

Dada então as ideias e as características, Stan Lee começou a trabalhar nos aspectos de diálogos em cima do Surfista, se baseando na forma com a qual a Jack Kirby o desenhara, viu que o personagem havia criado  um potencial muito além de um mero coadjuvante e decidiu criar características próprias do personagem, formando uma aura distinta e diferente em cima do personagem.

Stan Lee desenvolveu uma nobreza, uma conduta espiritual. O padrão de discurso do personagem, se assemelharia a um apóstolo que cruzava as galáxias. O Surfista teria atitudes bíblicas, algo totalmente puro e magnificamente inocente. Tornando-o em um ser de aspectos semelhantes a personagens religiosos.

Voltemos agora a parte em que o Planeta corre perigo…

O Surfista, cumprindo o papel que fora dado por seu mestre, prepara e analisa os padrões terrestres para que então seu mestre, consuma o planeta e sacie sua “fome”.
Entra em cena, então, o Vígia. Um ser cósmico que mora na Lua e  observa todos os grandes acontecimentos terrestres  sem mover um dedo , mas vendo que o planeta Terra não teria salvação, decidiu meter o bedelho na história e entregou a Reed Richards, a única arma capaz de deter o devorador de mundos.

Tarde demais, já que o trabalho do nosso amiguinho prateado já havia sido concluído, dando chegada ao seu mestre. Como você pode ver na imagem um pouco mais acima nesse mesmo post.


O Surfista então, se encontra com a namorada cega do Coisa, e se dá conta da semelhança dela com sua amada, da Terra com seu planeta natal e com a maldade e arrogância do seu mestre.

Advinha então o que ele fez quando bateu aquele peso na consiência?


A parafernalha do Vígia deu certo, mas a revolta do seu Arauto, fez com que Galactus banisse o Surfista da galáxia, e o prendesse na órbita do planeta em que ele adotou, fazendo o Surfista Prateado lamentar durante toda a sua estada por aqui.

A história da chegada do Surfista na Terra, até a primeira aparição de Galactus na terra, se desenrolou em três edições (Fantastic Four #48-#50) e foi apelidada pelos fãs, como a Trilogia de Galactus.

No próximo episódio: A vida e a morte do Surfista Prateado! NÃO PERCAM!

16ª Fest Comix- Maior evento de quadrinhos do Brasil

Sexta,  sábado e domingo, em São Paulo, vem acontecendo o maior evento de quadrinhos nacionais com mais de 250.000 quadrinhos e mangás com super descontos.

16 anos de Fest Comix trouxeram uma certa experiência ao evento, que se destacou pela autenticidade do evento e o posicionamento “quadrinesco” que foi realmente assumido, ou seja, Anime Friends pra bem longe daqui.

Mas infelizmente, pior do que a minha camêra digital caseira, só a anatomia dos desenhos do Rob Liefeld .

O encontro de colecionadores da Limited Edition foi um caso a parte, a variedades de action figures em exposição, fizeram os olhos desse que vos fala lacrimejar de admiração e infelicidade por não ter nem metade da grana para comprar um.
Engajado na proposta feita a um dos meus amigos, “doaria um rim para ter um desses”, me consolei a apenas tirar fotos. Não que a proposta ainda esteja sido desfeita, pessoal da Limited, olhe para nós.

Martelo de Thor em tamanho real me fez querer ser um deus sem dinheiro no bolso.

Óculos de Quatzo Rubi dos Cyclops

Assisti duas palestras sobre o procedimento americano de se fazer quadrinhos,  com Adrina Melo (Fotos não registradas) e Felipe Massafera, mostrando o processo de criação e colorimento dos seus trabalhos, feitos em aquarela, seguindo a linha fantástica de qualide de Alex Ross.

Mostrando minha habilidade como fotográfo, consegui um incrível close de “microfone na cara”, mas tá valendo.
Liberando também um super babado, Massafera revelou que participará de algo ainda não definido em uma editora americana que começa com D e termina com C.

Zattana por Felipe Massafera. Provoando que o cara é massa, fera!
(Me matem por essa)

O concurso de cosplay, que foi o meu pé atrás desde a confirmação da presença no evento, pelo excesso de otakus que surgiriam, se mostrou autêntico e muito divertido.

Rorsach se mostrou um cara muito gentil fazendo pose para uma foto, gente finéérrima.

Em relação estrutural do evento, não vi problemas, lugar confortável, com espaços reservados a palestras, cada um em seu canto. Sem aperto; Os descontos da Comix não foram lá uma Brastemp, a variedade de titulos mensais eram enormes em todas as editoras, mas os números mais procurados , encardenados, capa duras e afins, deixaram muito a desejar.

Se você quiser conferir mais fotos, dessa vez, profissionais, clique aqui (Galeria UOL).

Até mais ver, galera. ;)

De volta para o futuro com Wolverine

Não, isso não é um remake da série estrelada com o baixinho canadense,
é a capacidade SAGAZ de remexer no baú de memórias que é o passado de Logan.

Nunca existiu e nunca vai existir personagem mais característico que Wolverine.
E além do mais, moldar o passado de alguém sem memórias é uma tarefa árdua, sendo que você deve manter a linha do tempo do personagem em uma linha cabível de raciocínio e lógica junto com os fatos presentes.
So, let’s do it!

Wolverine apareceu pela primeira vez em  Incredible Hulk #180 (capa acima), representando um herói canadense, da onde vinha um público considerável. Ele foi sucesso garantido, apesar de ter sido trancado por anos até a participação dele em 1975 no gibi Giant-Size X-Men #1 ( quando surgiu os novos X-men; Noturno, Tempestade, Banshee, Collossus e Wolverine).

O Wolverine que apareceu em  Incredible Hulk #180 (idealizado por Roy Thomas, entregue para Len Wein e desenhado por John Romita Sr.) nem de longe se aparentava com o Wolverine baixinho, com uma aparência mais velha e arrogante, diferente do resto do grupo, que em suma eram apenas jovens recrutados pelo Professor X.

“Len Wein havia imaginado Wolverine como um garotão na flor da idade. Então, por que de repente, em X-Men #98 ?(edição da qual Wolverine aparece sem sua máscara pela primeira vez), ele apareceu mais velho? A razão para isso é absolutamente prosaica: Wein simplesmente não se lembrou de informar ao desenhista (Cockrum) que o personagem foi concebido como um jovem! Ora, sem ter essa informação, o desenhista achou que o personagem teria uma aparência mais interessante justamente se tivesse uma cara mais “curtida” pelo tempo, e além do rosto mais velho, Cockrum fez com que, sem o uniforme, Wolverine vestisse chapéu e roupas de caubói porque achou que esse tipo de vestimenta combinava bem o jeitão rústico do personagem, isso sem falar que esse tipo de vestuário era absolutamente comum em algumas regiões do Canadá.” [Trecho retirado daqui ]

Desenhos definidos, atitudes definidas, mas e o passado de Logan? Quem era o Wolverine? Da onde ele veio? Quantos anos tem?
Isso era uma incógnita até para o próprio Logan, suas origem foi retratada apenas anos depois de sua primeira aparição, a partir daí, começamos a viagem temporal na vida de Wolverine:

Em Weapon X (Arma X), passada na década de 60, o processo da Arma X é vista pelo ponto de vista de um grupo de cientistas, entre eles Dr. Cornelius, que leva o processo longe demais..
Espetacular Graphic Novel escrita por Barry Windsor-Smith. As páginas pingam sangue, que é o que um fã de Wolverine mais gosta e valoriza.
Sinto uma alegria euforíca de ter essa edição orginial de 1990 (publicada no Brasil em Grandes Heróis Marvel #35 pela editora  Abril). Infelizmente não encontrei em lugar algum o download da revista, mas se você se interessou, CORRA atrás. Vale a pena ir longe por essa revista.

Wolverine Origin é contada pelo ponto de vista de uma garota chamada Rose, que vai morar em um casarão de um rico fazendeiro após a morte de seus pais. A HQ espertamente deixa a data e o local em aberto para o leitor. A julgar por algumas roupas e estilo arquitetônico dos desenhos, porém, é possível dizer que a história se passa por meados de 1800, talvez início de 1900…

Obra prima, merece e DEVE ser lida. Link para download da série.

Obs: O filme X-men Origins: Wolverine tentou tirar parte de seu conteúdo dessa série e derivado das outras, pena que o resultado ficou ruim.

Wolverine: Origins , revela segredos de Logan, que recuperou todas as suas memórias na série Dinastia M, mas com memórias repostas, Logan precisa responder diversas perguntas passadas que ficaram no ar.
Na verdade não obtive muito interesse em ler a série, mas ela é de suma importância para os fãs de Wolverine já que ela tenta enquadrar tudo que todos o fãs do Wolve sempre quiseram saber e emenda-lo a uma outra trama o que é interessante.

Link para download da série aqui.

Wolverine Old Man Logan mostra um Logan velho (sério?) em um futuro onde os heróis já não existem mais, o planeta é dominado por vilões em regiões denominadas através de conquistas te território.
Junto com um Gavião Arqueiro cego e velho, Logan parte em uma jornada ao longo do país, tentando se manter o mais longe possível do seu passado como X-man…

Série BRILHANTE escrita e desenhada pela mesma dupla responsável por Civil War e Supremos (Mark Millar e Steve McNiven).
Link para download aqui. Inclusive já está nas bancas a edição número 2, lançada pela Panini em um trabalho MUITO competente. Se quiser descolar uma graninha para ter essa série, vale a pena.

Wolverine-The End se passa no Canadá com um Logan já bem mais velho, com longos cabelos brancos, com uma das garras quebradas e aparentemente louco. Quando recebe uma carta contando da morte de seu grande inimigo, Dentes-de-Sabre
Ainda estou lendo a série, mas já estou gostando dos rumos da série The End, que conta possíveis finas para os heróis Marvel
Para download, clique aqui.

Ufa! Viagem mais longa e conturbada impossível! Espero que gostem ;) Até mais.

Kick-Ass, Chuta-Rabos!

Aproveitando o lançamento, após meses de espera, da sétima edição de Kick-Ass no EUA, resolvi trazer a tona essa fantástica obra de Mark Millar (Civil War, Supremos) e John Romita Jr. (preciso nem comentar) ainda pouco conhecida no Brasil (claro, pela falta de alguma editora assumindo uma futura publicação por aqui).

Mark Millar conseguiu reproduzir PERFEITAMENTE o dia-a-dia de um garoto nerd; transparecer seus pensamentos diante de problemas como garotas, a vida escolar e desejos e pensamentos e reprimidos de um adolescente.

Leitor assíduo de quadrinhos, o garoto Dave Lizewski, era simplesmente um nada.  Sua vida monótona resumida então desencadeou no desejo  mais improvável e desejado de um nerd: Se tornar um super-herói.

A probabilidade de ser tornar um herói vestido com algum colan, carregando um simbolo no peito, é uma ideia remota. Essa mesma ideia, desola milhares de corações, pois como todos devem ter conhecimento, a realidade e radiação, matam.
Nessa obra, Mark Millar reproduz inteiramente a vida como ela é; Não há super-heróis andando por sobre a terra combatendo o crime, não existem super poderes fantásticos, nem grupos de heróis reunidos em busca de um mundo pacífico metendo porrada na cara de vilões.

Mexendo com o mundo do crime, Dave se mete em confusões (nada de Sessão da Tarde por aqui) além do seu conhecimento de adolescente nerd e tedioso. Repercutindo através da internet para o mundo, o herói em uma roupa de natação fica famoso ao redor do planeta, há quem e goste e quem saí prejudicado por isso (claro, além do crânio e da cara esbofeteada de Dave). A ação de Dave acaba empulsionando pessoas a seguir no mundo super-herói, mas nem todos estão tão qualificados quanto os que Dave encontra em seu caminho…

A hq fez tanto sucesso, que em pouco tempo após a publicação, o projeto de um filme foi cogitado. O filme com seu elenco já definido, tem previsão de estréia para 2010, aqui no Brasil, ainda sem previsão (de preferência :( )

A algum tempo não me empolgava tanto com uma proposta nova e simples como a  de Kick-Ass. Recomendadissímo!

Como a série ainda não há data, nem editora para publicar, o jeito é ir para o bom velho download. Clique aqui para baixar as Scans de Kick-Ass .
Para saber novidades sobre o filme e o processo de produção, clique aqui.

Desvirginando a casa

Olá, terráqueos. Nesse recanto tão “risonho e límpido” chamado WordPress, desejo recomeçar o “fogo” inicial de se ter um blog, a “chama”, a “motivação” de se levar para o mundo pensamentos, ideias e opiniões com um ponto de vista diferente da sua (e até diferente de todos do planeta). A dois anos atrás, garanti o domínio mais IMPROVÁVEL do planeta terra no blogger: http://www.markurgh.blogspot.com/ Agora, atendendo por um outro nome artístico, do qual fui batizado pelos meus querido pais,  manifestarei ideias diferentes da que relatei, assim, trazendo o blog para uma nova “era” e todo aquela blá-blá-blá de sempre. So, Fun here or fun away! :D


What am I doing?

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  • errei no song pop aqui confundi pearl jam com stone temple pilots gostaria dizer que é passível de erro sim ou n 11 hours ago

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